Bovino de Corte

Pecuária-Bovino de Corte

A bovinocultura no estado de Sergipe desenvolveu-se na chamada região da Contiguiba, abrangendo os municípios de Carmópolis, Divina Pastora, Japaratuba, Laranjeiras, Maruim, Nossa Senhora do Socorro, Rosário do Catete, Santa Rosa e Siriri. 

Além dos municípios da Contiguiba, também se destacam os seguintes municípios: Lagarto, Riachão do Dantas, Simão Dias, Pinhão, Pedra mole, Aquidabã, Própria, Frei Paulo, Carira, Nossa Senhora das Dores, Cumbe, Feira Nova e Ribeirópolis.

Padrão tecnológico:
Sergipe destaca-se no cenário nordestino como área livre de incidência da febre aftosa, estando nossos animais e seus subprodutos aptos para exportação. 

Em Sergipe a bovinocultura de corte é criada predominantemente sob o regime de pasto (criação extensiva), na sua maior parte por médios e grandes produtores. Há pouco uso de sistemas de confinamento (criações intensivas), como também não é usual a utilização de tecnologias como inseminação artificial ou transferência de embriões. Os poucos criadores a utilizar o confinamento de animais encontram-se nas proximidades das indústrias de cítricos e de cerveja, utilizando os subprodutos dessas indústrias para alimentação animal. 

As raças mais utilizadas pelos criadores sergipanos são a Nelore, Tabapuã e seus mestiços. A raça Hindu-Brasil encontra-se em processo de desuso. 

Resultados físicos e econômicos para 150 animais, criados em 100 ha, no período de um ano:

Custo total de produção 85.535,45
Valor Bruto da Produção 128.338,20
Preço médio do novilho magro 468,05
Preço médio do boi gordo (15arr) 867,15
Margem Líquida 42.802,74

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